Empreender no setor da beleza nunca esteve tão desafiador. Apesar da alta demanda por serviços de manicure, pedicure e estética, a concorrência aumentou, os custos operacionais subiram e a fiscalização ficou muito mais rigorosa. Hoje, um salão de beleza disputa clientes pelo preço, localização, mas também pela confiança. E esse sentimento começa no básico: seguindo as normas da Anvisa para manicure e pedicure, além de outras regras de instalação.
Ignorar as regras para salão de beleza pode parecer um ótimo atalho no início, mas costuma se transformar em um prejuízo que aparece na forma de multas, interdições e até fechamento definitivo do negócio. Por isso, mais do que nunca, a arquitetura deixou de ser apenas estética para o seu empreendimento. Fique neste post para entender mais sobre a legislação para salão de beleza e como evitar erros.
Quais são as normas da Anvisa para manicure e pedicure?
As normas da Anvisa para manicure e pedicure 2026 fazem parte de um conjunto de regras que visam reduzir riscos de contaminação, infecções e transmissão de doenças dentro dos salões de beleza.
O ponto que muitos empreendedores não percebem é que essas normas não se aplicam apenas aos instrumentos ou à conduta da profissional. Elas impactam diretamente o espaço físico, a organização interna e o projeto de salão de beleza.
Na prática, a Anvisa e a vigilância sanitária analisam se o ambiente foi pensado para:
- Facilitar a higienização constante;
- Separar corretamente áreas limpas e áreas contaminadas;
- Evitar contato cruzado entre materiais, profissionais e clientes;
- Permitir uma rotina segura de esterilização.
Quando o espaço não foi projetado para isso, o salão até pode funcionar por um tempo, porém terá que lidar com as consequências após a primeira fiscalização. Portanto, é de suma importância a contratação de um arquiteto comercial, que projete um espaço conforme todas as regras da Anvisa para salão de beleza.

O que a vigilância sanitária exige no salão de beleza?
As normas da Anvisa para manicure e pedicure estão listadas abaixo:
- Ter um local próprio e separado para a lavagem e esterilização de materiais;
- Separar corretamente áreas limpas e áreas contamináveis;
- Evitar contato cruzado entre materiais, profissionais e clientes;
- Ter ventilação apropriada e circulação de ar;
- Utilizar toalhas limpas, que sejam sempre lavadas após cada uso;
- Ter cadeiras, colchões, e macas revestidos por material impermeável, em bom estado de conservação e uso, permitindo a limpeza constante dos mesmos;
- Realizar a limpeza das escovas, pentes e acessórios após cada uso.
Todas essas exigências não são resolvidas com improvisos, mas sim com decisões arquitetônicas, tomadas antes da obra começar. Por exemplo: o fluxo de clientes, o espaço para esterilização e os espaços determinados para evitar contaminação cruzada são cruciais para o bom funcionamento do salão. Portanto, abrir o seu estabelecimento antes de um projeto de arquitetura concreto pode ser um “tiro no pé”.

Quais são as leis para abrir um salão de beleza?
A legislação para salão de beleza envolve normas federais, estaduais e municipais. Isso significa que não existe uma única regra simples a ser seguida, mas sim um conjunto de exigências que precisam estar integradas desde o projeto do espaço.
De forma geral, abrir um salão exige que o imóvel esteja adequado às:
- Normas da Anvisa para salão de beleza;
- Normas da vigilância sanitária para salão de beleza;
- Regras para salão de beleza definidas pela prefeitura local;
- Normas de segurança, acessibilidade e uso do solo.
Sem um projeto de arquitetura alinhado a essas exigências, o empreendedor corre o risco de investir em uma obra que não será aprovada.
Quero um projeto de salão de beleza que tenha todas as exigências da Anvisa
É obrigatório o alvará de funcionamento para salão de beleza?
Sim, é obrigatório. E ele só é concedido quando o salão atende às normas internas de salão de beleza, às exigências da vigilância sanitária e à legislação municipal.
Nesse sentido, ressaltamos que o erro mais comum dos empreendedores é investir primeiro na reforma, na decoração e nos equipamentos, deixando a regularização para depois. Quando o alvará é negado, o prejuízo já está instalado e muitas vezes exige quebrar e refazer parte do espaço, consequentemente gerando muito mais gastos e prejuízo.

Como um projeto de arquitetura pode auxiliar nas normas da Anvisa para manicure e pedicure
Um projeto de arquitetura comercial bem estruturado atua como um filtro de problemas futuros. Dessa forma, ele antecipa exigências legais, organiza o espaço conforme as normas e evita soluções improvisadas que costumam gerar multas e interdições. Assim, um bom projeto:
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<- Adequa o layout às normas da Anvisa para manicure e pedicure;
- Facilita a aprovação do alvará;
- Reduz o risco de autuações;
- Evita custos extras com reformas corretivas;
- Transmite profissionalismo ao cliente.
Para facilitar a sua vida, a Arquiter conecta o empreendedor a um arquiteto comercial especializado no segmento de beleza, alguém que já entende as normas para salão de beleza e projeta o espaço pensando em fiscalização, operação e crescimento.
E mais: os projetos podem começar a partir de apenas 2 salários mínimos, um investimento muito menor do que regularizar um salão pronto e cheio de irregularidades.

“Mas é mais fácil abrir um salão com um projeto baratinho”
Pode até ser mais rápido, mas raramente é sustentável. Projetos genéricos ignoram regras básicas da vigilância sanitária e costumam gerar multas recorrentes, reformas inesperadas e perda de dias/meses de faturamento. Lembre-se: rapidez sem planejamento vira prejuízo.
Arquiter: o próximo passo para um salão regularizado e lucrativo
Cumprir as normas da Anvisa para manicure e pedicure não precisa ser um processo confuso, caro ou arriscado. Com o suporte certo, é possível criar um salão de beleza que já nasce adequado às exigências da vigilância sanitária, pronto para obter alvará e preparado para crescer sem sustos no futuro.
Antes de abrir ou reformar seu salão, fale com a Arquiter. Arquitetura estratégica não é custo: é a base para um negócio legalizado, seguro e financeiramente sustentável.
O que mais é importante saber sobre normas da Anvisa para manicure e pedicure?
Algumas dúvidas são recorrentes entre empreendedores:
É obrigatório manicure usar luvas?
O uso de EPIs depende do procedimento, mas é recomendado sempre que houver risco de contato com sangue ou fluidos.
É obrigatório uma manicure ter autoclave?
Em muitos municípios, sim. A autoclave é considerada o método mais seguro de esterilização.
Qual estufa é permitida pela Anvisa para manicure?
A estufa de calor seco não substitui a autoclave e, sozinha, não atende às normas sanitárias atuais.
Quais são as leis para abrir um salão de beleza?
Alvará de funcionamento; regras para salão de beleza definidas pela prefeitura local; normas de segurança; acessibilidade e uso do solo.
