Por muitos anos, shoppings foram projetados pensando apenas em estética e funcionalidade básica. Layout bonito, circulação adequada, materiais de qualidade e exuberantes, mas esse tempo acabou. Hoje, shoppings disputam atenção com e-commerce, experiências urbanas abertas e novos formatos de consumo. Neste cenário, o projeto de shopping com arquitetura estratégica torna-se uma ferramenta de resultado.
No contexto de negócios, a arquitetura é muito mais do que apenas construir um espaço físico. Ela é uma forma de comunicação, de expressão e de persuasão. Ela pode influenciar o comportamento, as emoções e as decisões dos consumidores e, por isso, é essencial pensar na arquitetura de shopping center para garantir o sucesso projeto.
E é neste momento que surge uma dúvida que muitos gestores têm: arquitetura estratégica serve só para shoppings novos ou também para quem já está em operação? A resposta: para os dois. Mas de formas diferentes e igualmente poderosas. Neste artigo, você vai entender como a arquitetura estratégica atua em cada cenário e por que ela impacta diretamente fluxo, permanência e vendas. Vamos lá?
O que é arquitetura estratégica aplicada a projeto de shoppings?
A arquitetura estratégica começa já no negócio, muito tempo antes do desenho do projeto ou da escolha dos acabamentos da obra. Um arquiteto comercial especializado entenderá questões como:
- Onde o consumidor entra e por quê?
- Onde ele para, desacelera ou vai embora?
- Quais áreas geram valor real e quais só ocupam espaço?
- Como o layout influencia o desempenho das lojas?
- Cada metro quadrado está cumprindo uma função comercial clara?
No contexto de um projeto de shopping pequeno ou grande, isso significa tratar o espaço como um ativo vivo, que precisa atrair pessoas, mantê-las por mais tempo, estimular consumo e facilitar a operação dos lojistas, independente do tamanho, localização, entre outros.
É exatamente nesse ponto que entra a Arquiter, especializada em arquitetura comercial com foco em resultado.

Arquitetura estratégica em shoppings novos: acertar antes de construir
Quando o shopping ainda está no papel, a arquitetura comercial tem papel preventivo e potencializador. É o momento mais poderoso para acertar decisões que, depois de construídas, custariam caro para corrigir.
Veja um passo a passo para um projeto de shopping novo:
1) Planejamento de fluxo desde a origem
No projeto de shopping novo, estudamos entradas principais e secundárias, distribuição das âncoras, hierarquia de corredores e pontos naturais de pausa. O objetivo não é apenas “fazer circular”, mas sim direcionar comportamento.
Um bom fluxo reduz áreas frias, distribui melhor o público, favorece lojas menores e aumenta o tempo médio de permanência.
2) Tenant mix (mix de lojistas) alinhado ao espaço físico
Não adianta ter boas marcas se o projeto de shopping center não ajuda a performar. Nesse sentido, a arquitetura estratégica considera quais segmentos funcionam melhor em cada zona, como diferentes operações se complementam, onde o consumidor está mais propenso a comprar por impulso e quais áreas pedem serviços, alimentação ou experiência.
O resultado é um shopping que nasce equilibrado comercialmente, não apenas bonito.
3) Diretrizes de arquitetura para lojas
Um dos grandes problemas dos shoppings é a falta de coerência visual. Cada loja tenta “gritar” mais alto que a outra. Dentre outras medidas estratégicas, a Arquiter cria diretrizes arquitetônicas inteligentes, que orientam fachadas e layouts, mantêm a identidade do shopping e ainda permitem personalização das marcas. Isso facilita a aprovação de projetos, retrofit futuro e valorização do centro comercial.
4) Projeto estratégico das áreas comuns
No projeto de shoppings novos, áreas comuns não são apenas circulação. Elas já nascem preparadas para eventos, ativações de marca, experiências instagramáveis e receitas temporárias como pop-ups e quiosques sazonais. Portanto, a arquitetura estratégica antecipa essas possibilidades.
Shoppings em operação: estratégias para continuar crescendo
Agora vem a parte mais interessante: a estratégia da Arquiter em arquitetura comercial não exige começar do zero. Em shoppings já em operação, o foco é diagnóstico, correção e potencialização, sempre respeitando a continuidade do negócio. Dessa forma, podemos citar alguns passos essenciais para aplicar em um modelo de shopping já em operação:
1) Diagnóstico de fluxo real (não teórico)
O shopping já existe, logo o comportamento do consumidor também já está acontecendo. Assim, a Arquiter analisa áreas de baixa circulação, corredores de passagem rápida, zonas onde o cliente não permanece, quiosques mal posicionados e lojas prejudicadas pelo layout.
Diferentemente do pensamento comum, pequenas mudanças de arquitetura geram grandes impactos comerciais.
2) Retrofit estratégico (sem parar a operação)
Diferente de uma grande reforma estética, o retrofit estratégico é pontual, planejado por etapas e focado em resultado. Nesse sentido, o shopping passaria por uma reforma estratégica ou modernização, sem precisar demolir ou recomeçar do zero.
Exemplos: reposicionamento de quiosques, criação de áreas de pausa, ajustes de iluminação e comunicação visual, redesenho de acessos e eixos principais. Tudo isso pode ser feito sem fechar o shopping, evitando prejuízos.

3) Revalorização de áreas subutilizadas
Todo shopping tem espaços que “existem”, mas não performam. O projeto de shopping transforma corredores vazios em áreas de ativação, praças esquecidas em pontos de encontro e áreas técnicas em oportunidades comerciais. Isso aumenta atratividade, percepção de modernidade e valor do metro quadrado.
4) Apoio indireto aos lojistas de shopping
Quando o shopping melhora sua arquitetura estratégica, os lojistas sentem mais fluxo qualificado, melhor vitrine, maior tempo de exposição e experiência mais favorável à compra. Como resultado, temos:
- Lojas vendendo mais;
- Lojistas permanecem mais tempo;
- Shopping se fortalece como ativo.
5 Estratégias para aumentar o fluxo de pessoas nas lojas
O fator de sucesso ou fracasso de um projeto de arquitetura de Shopping Center é a sua localização. Isso mesmo, a localização é um dos aspectos mais importantes para determinar o desempenho de uma arquitetura de Shopping Center.
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<A localização pode influenciar o fluxo de pessoas, a visibilidade, a acessibilidade e a concorrência de uma loja.
Segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas, a localização de uma loja pode representar uma parte significativa do seu faturamento. O estudo analisou mais de 500 lojas em 12 shopping centers de São Paulo e constatou que as lojas localizadas nos primeiros pisos, próximas às entradas, às escadas rolantes e aos elevadores, tendem a ter um maior fluxo de clientes e, consequentemente, um maior faturamento.
Por outro lado, as lojas localizadas nos últimos pisos, distantes das entradas, das escadas rolantes e dos elevadores, tendem a ter um menor fluxo de clientes e, consequentemente, um menor faturamento. Além disso, as lojas que ficam próximas a outras lojas do mesmo segmento ou que oferecem produtos similares, tendem a enfrentar uma maior concorrência e uma menor demanda.
Mas existem estratégias de arquitetura comercial que podemos utilizar para fazer com que seu faturamento aumente independente do local que você esteja dentro do shopping. Neste capítulo, vou apresentar 5 estratégias que podem ajudar você a aumentar o fluxo de pessoas nas lojas do seu shopping center. São elas:
- Design atrativo
- Tecnologia e experiência do cliente
- Espaços de convivência e entretenimento
- Promoções e eventos
- Sustentabilidade e responsabilidade social
Vamos ver cada uma delas em detalhes!
1. Design atrativo
A primeira estratégia é investir em um design arquitetônico que seja atrativo no projeto de arquitetura de Shopping Center. O design é a forma como você comunica a identidade, os valores e os diferenciais do seu empreendimento. Por isso, ele deve ser coerente, harmonioso e estético.
Além disso, o design deve facilitar a navegação e a orientação dos consumidores no espaço. Isso significa que você deve criar um layout que seja claro, intuitivo e acessível. Você pode usar elementos como cores, iluminação, sinalização, mobiliário e paisagismo para criar um ambiente convidativo e confortável.
Alguns aspectos que podem contribuir para um design atrativo para o projeto de arquitetura de Shopping Center são:
- Visual merchandising: é a técnica de apresentar os produtos de forma atraente e organizada, valorizando suas características e benefícios. O visual merchandising pode envolver aspectos como vitrines, expositores, manequins, etiquetas, embalagens, etc. O objetivo é chamar a atenção dos clientes e estimular o desejo de compra.
- Iluminação: é um elemento fundamental para criar uma atmosfera adequada ao conceito do shopping center e das lojas. A iluminação pode ser natural ou artificial, direta ou indireta, uniforme ou focalizada, dependendo do efeito desejado. A iluminação pode realçar os produtos, destacar as cores, criar contrastes, gerar sensações e emoções.
- Fachada: é a parte externa do shopping center ou das lojas, que deve ser impactante e convidativa. A fachada deve refletir a identidade visual da marca e transmitir uma mensagem clara e consistente. A fachada pode usar materiais como vidro, metal, madeira, pedra, etc., além de elementos como letreiros, logotipos, painéis, etc.
- Escolha de materiais: é importante escolher materiais que sejam adequados ao estilo e à funcionalidade do shopping center e das lojas. Os materiais devem ser de qualidade, duráveis, resistentes e fáceis de limpar e manter. Além disso, os materiais devem combinar entre si e com os demais elementos do design.
- Mobiliário: é o conjunto de móveis que compõem o shopping center e as lojas. O mobiliário deve ser confortável, ergonômico, prático e harmonioso. O mobiliário deve atender às necessidades dos clientes e dos funcionários, além de contribuir para a estética do ambiente.
- Cores: são elementos que podem influenciar o humor, as emoções e as percepções dos clientes. As cores devem ser escolhidas de acordo com a psicologia das cores, que estuda o significado e o efeito das cores nas pessoas. As cores devem estar alinhadas com a proposta de arquitetura de Shopping Center e das lojas, além de criar uma identidade visual.
Um bom exemplo de design atrativo é o Shopping Iguatemi São Paulo, que é considerado um dos mais sofisticados e elegantes do país. O shopping possui uma fachada imponente, com uma torre de vidro que reflete a luz natural. O interior é amplo e iluminado, com pisos de mármore e madeira.
As lojas são distribuídas em quatro pisos, com uma variedade de marcas nacionais e internacionais. O shopping também conta com um jardim suspenso, que proporciona uma vista panorâmica da cidade, fazendo dele um projeto de arquitetura de Shopping Center primordial.
2. Tecnologia e experiência do cliente
A segunda estratégia é usar a tecnologia para melhorar a experiência do cliente durante a idealização do projeto de arquitetura de Shopping Center. A tecnologia pode ser uma aliada para oferecer soluções que facilitem a vida dos consumidores, como aplicativos móveis, realidade aumentada, personalização, entre outras.
Por exemplo, você pode usar um aplicativo móvel para permitir que os clientes façam reservas em restaurantes, comprem ingressos para o cinema, consultem o mapa do shopping, recebam ofertas personalizadas e participem de programas de fidelidade.
Você também pode usar a realidade aumentada para criar experiências interativas e imersivas, como provadores virtuais, jogos e exposições. Além disso, você pode usar a personalização para oferecer produtos e serviços que atendam às preferências e necessidades dos clientes dentro do perfil do projeto de arquitetura de Shopping Center.
3. Espaços de convivência e entretenimento
A terceira estratégia é criar espaços de convivência e entretenimento no Shopping Center. Esses espaços são áreas destinadas ao lazer, à cultura e à socialização dos visitantes. Eles podem incluir praças, áreas de descanso, espaços para eventos, exposições, shows, teatros, cinemas, parques infantis, entre outros.
Esses espaços são importantes porque eles podem influenciar o tempo que as pessoas passam no Shopping Center. Quanto mais tempo elas passam, mais chances elas têm de consumir produtos ou serviços nas lojas. Além disso, esses espaços podem gerar valor agregado e diferencial competitivo para o seu empreendimento.
4. Promoções e eventos
A quarta estratégia é incluir promoções e eventos durante a extensão do projeto de arquitetura de Shopping Center. As promoções e eventos são ações de marketing que visam atrair e fidelizar os clientes, aumentando as vendas e o fluxo de pessoas nas lojas. Eles podem ser temáticos, sazonais ou pontuais, dependendo do objetivo e do público-alvo.
Por exemplo, você pode fazer promoções relacionadas a datas comemorativas, como Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Black Friday, etc. Você também pode fazer eventos que envolvam sorteios, brindes, desafios, etc. Além disso, você pode fazer parcerias com influenciadores digitais, celebridades ou personalidades que tenham afinidade com o seu público-alvo do projeto de arquitetura de Shopping Center.
Um caso de sucesso de promoções e eventos é o Shopping Cidade Jardim, que realizou em 2021 a campanha “CJ Loves You”. A campanha consistiu em uma série de ações para celebrar o amor em todas as suas formas.
Entre as ações, estavam um sorteio de uma viagem para Paris, um mural interativo com mensagens de amor, um show da cantora Anitta e uma live com a influenciadora Camila Coutinho.
5. Sustentabilidade e responsabilidade social
A quinta e última estratégia é investir em sustentabilidade e responsabilidade social no shopping center. A sustentabilidade e a responsabilidade social são conceitos que se referem ao compromisso do seu empreendimento com o meio ambiente e a sociedade.
Eles envolvem práticas como redução do consumo de energia e água, reciclagem de resíduos, uso de materiais ecológicos, apoio a projetos sociais, entre outras.
Essas práticas são importantes porque elas podem gerar benefícios para o seu negócio, como aumento de ROI, economia de custos, melhoria da imagem e reputação, aumento da satisfação dos clientes e colaboradores, entre outros.
Além disso, elas podem atender às demandas e expectativas dos consumidores modernos, que estão cada vez mais conscientes e exigentes em relação à responsabilidade ambiental e social das empresas.
Um bom exemplo de sustentabilidade e responsabilidade social é o Shopping Pátio Higienópolis, que possui diversas iniciativas nesse sentido. O shopping tem um sistema de captação e reuso de água da chuva, que abastece os sanitários e a irrigação do jardim.
O shopping também tem um programa de coleta seletiva de lixo, que destina os resíduos recicláveis para cooperativas de catadores. Além disso, o shopping apoia projetos sociais como o Instituto Ayrton Senna, o GRAACC e o Instituto Ronald McDonald.
Mas como a arquitetura comercial pode contribuir para criar esses espaços de convivência e entretenimento?
É aí que entra o nosso Método AFL (Atratividade, Funcionalidade e Lucratividade), que consiste em três pilares fundamentais para o sucesso de qualquer projeto arquitetônico comercial. Vamos ver como eles se aplicam aos espaços de convivência e entretenimento:
- Atratividade: é a capacidade de atrair e encantar os clientes, despertando o seu interesse e curiosidade. Para isso, é preciso criar espaços que sejam bonitos, criativos e originais, que expressem a personalidade do shopping center e das lojas. Você pode usar elementos como cores, iluminação, paisagismo, arte, música, etc., para criar uma atmosfera agradável e estimulante.
- Funcionalidade: é a capacidade de atender às necessidades e expectativas dos clientes, oferecendo conforto, praticidade e segurança. Para isso, é preciso planejar espaços que sejam adequados ao uso e ao fluxo de pessoas, que tenham mobiliário ergonômico e acessível, que tenham sinalização clara e eficiente, que tenham infraestrutura adequada e que respeitem as normas técnicas e legais.
- Lucratividade: é a capacidade de gerar retorno financeiro para o shopping center e para as lojas, aumentando as vendas e a fidelização dos clientes.
Para isso, é preciso integrar os espaços de convivência e entretenimento com as estratégias de marketing e vendas, criando oportunidades de exposição e divulgação dos produtos e serviços, estimulando o consumo impulsivo ou planejado, oferecendo benefícios e vantagens aos clientes.
Modelo de shopping referência
Um ótimo exemplo de espaços de convivência e entretenimento em projetos de arquitetura de Shopping Center que aplicam o Método AFL é o Shopping Eldorado, que possui uma das maiores áreas verdes de São Paulo.
O shopping tem um terraço com mais de 22 mil m², que abriga um jardim com mais de 300 espécies de plantas, um lago com carpas, uma horta orgânica e uma pista de cooper. O shopping também tem um espaço cultural, que recebe exposições, oficinas e palestras.
O Shopping Eldorado é um exemplo de atratividade porque ele cria um ambiente natural e relaxante, que contrasta com a agitação da cidade. O shopping usa elementos como plantas, água, luz e som para criar uma sensação de bem-estar e harmonia. O shopping também se destaca pela sua originalidade e criatividade, ao oferecer um espaço cultural diversificado e dinâmico.
O Shopping Eldorado é um exemplo de funcionalidade porque ele atende às necessidades dos seus clientes, oferecendo conforto, praticidade e segurança. O shopping tem um layout que facilita a circulação e a orientação das pessoas, com elevadores panorâmicos, escadas rolantes e rampas acessíveis.
O shopping também tem mobiliário confortável e ergonômico, sinalização clara e eficiente e infraestrutura adequada, sendo um exemplo primordial de projeto de arquitetura de Shopping Center
O Shopping Eldorado é um exemplo de lucratividade porque ele gera retorno financeiro para o shopping center e para as lojas, aumentando as vendas e a fidelização dos clientes. O shopping integra os espaços de convivência e entretenimento com as estratégias de marketing e vendas, criando oportunidades de exposição e divulgação dos produtos e serviços.
Por exemplo, o shopping realiza eventos temáticos, que atraem um grande público e geram mídia espontânea. O shopping também oferece benefícios e vantagens aos clientes, como descontos, brindes e sorteios, o que tornou o projeto de arquitetura de Shopping Center um sucesso comercial para os empreendedores.
Quando é necessário contratar um arquiteto para projeto de shopping?
Existem sinais claros para contratar um arquiteto comercial em um projeto de shopping:
- Shopping novo quer inaugurar já competitivo
- Shopping antigo perdeu relevância
- Queda de fluxo ou permanência
- Dificuldade de atrair novas marcas
- Reclamações recorrentes de lojistas
- Espaços ociosos ou mal aproveitados
Se algum desses pontos existe, a arquitetura já é parte do problema (ou da solução).
Arquitetura que gera resultado funciona em qualquer momento
Arquitetura estratégica não é sobre construir mais. É sobre fazer o espaço trabalhar melhor.
Funciona tanto para shoppings novos, evitando erros caros, quanto para projeto de shoppings em operação, destravando potencial oculto. Por fim, funciona para gestores que entendem o shopping como ativo vivo, não como estrutura estática.
No cenário atual, shoppings que não usam arquitetura como estratégia tendem a competir apenas por preço ou localização. Os que usam competem por experiência, relevância e valor percebido. E essa diferença se traduz em resultado!
Quer entender como a arquitetura estratégica pode transformar o seu shopping? Entre em contato com a Arquiter e descubra como cada metro quadrado pode trabalhar a favor do seu negócio.
O que é mais importante para saber sobre projeto de shopping
Projeto de shopping funciona apenas para negócios novos?
Não, a arquitetura comercial trabalha tanto com modelo de shopping novo quanto antigo. A estratégia do retrofit é uma das mais utilizadas para revitalizar e modernizar os espaços.
O que é projeto de shopping?
É um projeto de arquitetura que prevê a otimização do fluxo de pessoas, a permanência de clientes e lojas, bem como o potencial de vendas.
Como o layout de shopping influencia as vendas?
Um shopping confuso e com lojas bagunçadas estressa os consumidores. Assim, os mesmos passam menos tempo dentro do estabelecimento, gastando e recomendando menos os serviços.
